OLÁ, QUERIDOS LEITORES:)

Eu amo adaptações, mas claro, sendo o mais fiel possível ao livro. Ou ao menos perto disso. Não concordo com opiniões “cegas” sobre as adaptações, pois muitas pessoas criticam ao extremo e jogam o filme no lixo sem notar uma única coisa boa. Em minha opinião, as pessoas deviam ser mais abertas e aceitar as coisas novas, desprender um pouco do velho. Devemos notar que não existem adaptações completamente fieis ao livro. Há sempre alguma mudança, pois é impossível tirar tudo que tem no livro e jogar em uma tela de cinema. Há também o fato de que algumas pessoas não possuem conhecimento sobre o livro e assim a adaptação deve explicar certas coisas para estas entenderem. Em alguns filmes, as mudanças feitas não prejudicam o enredo do livro. Ao contrário, até melhoram e nos ajuda a compreender melhor. Porém, há adaptações terríveis que são totalmente o oposto do livro. Essas me deixam triste, mas mesmo assim tento tirar algo de bom delas.
Há muito tempo não atualizo essa coluna, mas agora a manterei ativa e postarei mais vezes. Para a estreia dessa coluna escolhi “O Doador de Memórias”. Hoje, farei a comparação entre o livro e filme de “Cidades de Papel” de John Green.

Sinopse: Em Cidades de Papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.
“Cidades de Papel” foi o primeiro livro do John Green que li. Estava até na época da modinha de “A Culpa é das Estrelas”, mas eu não queria seguir a modinha e a história de uma garota com câncer não chamava minha atenção. Ao contrário de Cidades de Papel, que adorei cada “milagre” dito na contracapa. Eu amei tanto, mais tanto o livro que ele se tornou um dos meus favoritos. Os personagens são meus amigos.

Ontem, 04/08, pude ver o filme no cinema. Estava tão ansiosa! Não parava de ver os trailers. Minha expectativa estava alta e depois de ver o filme, elas foram superadas! Em minha opinião, foi bastante fiel ao livro. Principalmente o elenco. Eles souberam escolher atores incríveis que fizeram mesmo o personagem. Até a aparência deles era realmente de adolescentes do terceiro ano do ensino médio. A essência do livro, e mais ainda, está no filme. Todas as partes que eu queria ver estavam lá. O final mudou um pouco, mas nada que alterasse o rumo da historia. Eu gostei bastante.
As minhas cenas favoritas são as da missão de vingança da Margo; as do Q com o Ben e Radar (tive crises de riso haha); as da viagem até a cidade de papel… e muitas outras! Eu amei tudo! As frases que eu mais queria ver me tocaram novamente. A Margo e o Ben, meus favoritos, foram muito bem representados! O Nat como Q❤ Fiquei orgulhosa de tudo tudo tudo. Até aparece um ator que adoro em uma cena *-* Amei! Se eu pudesse veria novamente esse filme incrível.
Corra para o cinema e veja “Cidades de Papel”! Mas antes leia o livro, pois vale muito a pena.
Confira minha resenha sobre o livro Cidades de Papel.
Até a próxima😉

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